sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Ando escrevendo versos gélidos e irritados, expressando a bagunçinha de dentro. Nada mais do que gavetas abertas com meias penduradas, fotografias fora de album, e o urso de pelúcia de ponta cabeça. As cartas que caíram da caixa, que eu não junto mais, ao menos não me deu vontade de arrumá-las, é que se eu for chegar perto vou lê-las... e não quero isso, não mais agora, não mais nesse tempo. Quero dizer um chega pra tanto abre e fecha dessa gaveta, pra tanto abre e desabre dessas mesmas cartas, não tem mais nem cola pra ficarem fechadas. E por esse motivo, por faltar cola, se abriram... e mais gente leu. E acho que é isso que não deixa eu querer ficar neste quarto... é saber que aquilo que era singular hoje é plural, que o que era forte hoje é frágil.     
- Apago a luz, fecho a porta, descanço a respiração, e penso quando vou ter coragem pra arrumar tudo, evito, por que sei que muitas coisas precisam ir fora. Um sentimento de pena invade, atropela tudo e não seguro as palavras: - Não era pra ser assim, e o pior de tudo é que existe um culpado.

Das séries que mofavam nas gavetas, atualizadas para um tempo real,
e oportuno.
Giane Monteiro, a que não gosta daquela gaveta.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Andando

sem paciência pra MUITA coisa, e olha que já nem fazem tanta diferença assim. Pra mim princípio é princípio e quando entenderem o que é eu volto a dar enfâse... enquanto isso minha paciência vai sendo consumida.

Explicações pelos dias sem postagem, já fiquei muito mais tempo sem postar, mas esse final de semana ao abrir minha caixa de email e ver um lá perguntando quando o sinta toda liberdade encheria seus olhos novamente, me senti na obrigação de devolver o porquê dos dias ausentes. Muitos dias que prefiro não entrar na internet e destinar minha energia para o ambiente acadêmico, dentre todas as demais coisas tem o meu Relatório de Estágio que é a parte final do projeto e que exige força maior... mas há boas notícias, esta chegando novos ventos por aqui.

Agradeço aos tesouros que me abençoaram no mês de outubro com riquezas de letras!

- Ana e o beijo Francês
- Mil dias na toscana
- De genio e louco todo mundo tem um pouco
- Nunca desista dos seus sonhos

Agora é decidir por qual começar!
E se eu bem me conheço vai ser é Já!
ENTÃO companheiros se eu não comparecer por muito tempo chamem a nasa posso ter entrado em alguma história e por lá ter ficado! [muitas vezes é essa minha vontade]

ventos e sorrisos!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Como pode?

Teu olhar me acompanha, posso ir atrás do som do jazz e dos desenhos de monnet... nã dá, me segues. Troco de pista e deságuo em um mar, mudas de forma e me apareces como submarino... navegando, profundo e misterioso, teu olhar. Vou atrás dos pincéis, na busca de conseguir retratar tua curva, piscas e logo mudas de expressão! É só comigo? Não pode... Onde estou, quase sempre estás. E se não estás, francamente como posso sentir falta dessa presença caçadora? que me segue por dias à fio... Por enquanto ainda me deixas dormir, e me deixa assim mesmo, não se meta, não tire meu sono, me tire da tristeza! Me tire pra dançar! Me tire os calçados! Me tire dos dias normais...  além do sono, nunca me tire esse olhar. Alvoreço e não preciso mais de dicionários, desde que... hmhm hm é... tenho sido poesia .
E a que vos escreve... Giane M.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

E foi seu

o meu primeiro sorriso ao sol.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Calma...

... é só o vento lá fora ...

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Devaneio que não se foi, peguei e o escrevi

Um tempo bom, onde o que é certo se faz permanente e se vê raiz. E o que desanda, pode desaguar também e ser um mar. Momento em que nada se tem, nada se faz e nada se deixa ir, apenas se percebe. Como estranhos. Como conhecedores profundos. Como olhares afincos... Aprendendo a doçura das horas, que passam e falam... vão e que vão voltar.


{Uma nova embarcação... quem vem comigo?}

sábado, 24 de setembro de 2011

domingo, 18 de setembro de 2011

...e penso no que será quando for minha a grande Madrid, penso na Torre que vou deixar pra trás, agradecida por tudo... (Dani Cabrera)

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

O que

O que me leva           O que me arranca                             ninho
O que me deixa      O que não vê                                       carinho
Os que me buscam          O que destrói                              soneto
Os que ouvem        O que silencia                                       desalinho
O que me olha            O que desmonta                                volto
O que investe          O que monta                                          não
O que sente      O não que não quer                                     isso
O que rouba                                      O que quer                   não
O que transforma       O que me mente                                 descufiguração
O que pega emprestado       O que dilascera                          me
Aquele que não devolve          O que pede                            quero
O que dá                     O que não fala                                    há um
O que pede de volta.            mas sofre.
                                                                                               tempo atrás.

domingo, 11 de setembro de 2011

Um singular meu (since 2007) by Hellene

Não!
Por favor!
não o faça assim...
é o meu encontro..
o meu!
encontro!
o meu encontro, não!
socorro.