terça-feira, 25 de outubro de 2011

Como pode?

Teu olhar me acompanha, posso ir atrás do som do jazz e dos desenhos de monnet... nã dá, me segues. Troco de pista e deságuo em um mar, mudas de forma e me apareces como submarino... navegando, profundo e misterioso, teu olhar. Vou atrás dos pincéis, na busca de conseguir retratar tua curva, piscas e logo mudas de expressão! É só comigo? Não pode... Onde estou, quase sempre estás. E se não estás, francamente como posso sentir falta dessa presença caçadora? que me segue por dias à fio... Por enquanto ainda me deixas dormir, e me deixa assim mesmo, não se meta, não tire meu sono, me tire da tristeza! Me tire pra dançar! Me tire os calçados! Me tire dos dias normais...  além do sono, nunca me tire esse olhar. Alvoreço e não preciso mais de dicionários, desde que... hmhm hm é... tenho sido poesia .
E a que vos escreve... Giane M.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

E foi seu

o meu primeiro sorriso ao sol.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Calma...

... é só o vento lá fora ...

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Devaneio que não se foi, peguei e o escrevi

Um tempo bom, onde o que é certo se faz permanente e se vê raiz. E o que desanda, pode desaguar também e ser um mar. Momento em que nada se tem, nada se faz e nada se deixa ir, apenas se percebe. Como estranhos. Como conhecedores profundos. Como olhares afincos... Aprendendo a doçura das horas, que passam e falam... vão e que vão voltar.


{Uma nova embarcação... quem vem comigo?}

sábado, 24 de setembro de 2011

domingo, 18 de setembro de 2011

...e penso no que será quando for minha a grande Madrid, penso na Torre que vou deixar pra trás, agradecida por tudo... (Dani Cabrera)

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

O que

O que me leva           O que me arranca                             ninho
O que me deixa      O que não vê                                       carinho
Os que me buscam          O que destrói                              soneto
Os que ouvem        O que silencia                                       desalinho
O que me olha            O que desmonta                                volto
O que investe          O que monta                                          não
O que sente      O não que não quer                                     isso
O que rouba                                      O que quer                   não
O que transforma       O que me mente                                 descufiguração
O que pega emprestado       O que dilascera                          me
Aquele que não devolve          O que pede                            quero
O que dá                     O que não fala                                    há um
O que pede de volta.            mas sofre.
                                                                                               tempo atrás.

domingo, 11 de setembro de 2011

Um singular meu (since 2007) by Hellene

Não!
Por favor!
não o faça assim...
é o meu encontro..
o meu!
encontro!
o meu encontro, não!
socorro.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

coisa essa que depois de muito tempo
    a gente ainda olha e sorri,
    mesmo sem saber por quê.


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

E tudo que eu criar pra mim


                                                                                                Vai me abraçar denovo, semana que vem...