quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Devaneio que não se foi, peguei e o escrevi

Um tempo bom, onde o que é certo se faz permanente e se vê raiz. E o que desanda, pode desaguar também e ser um mar. Momento em que nada se tem, nada se faz e nada se deixa ir, apenas se percebe. Como estranhos. Como conhecedores profundos. Como olhares afincos... Aprendendo a doçura das horas, que passam e falam... vão e que vão voltar.


{Uma nova embarcação... quem vem comigo?}

sábado, 24 de setembro de 2011

domingo, 18 de setembro de 2011

...e penso no que será quando for minha a grande Madrid, penso na Torre que vou deixar pra trás, agradecida por tudo... (Dani Cabrera)

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

O que

O que me leva           O que me arranca                             ninho
O que me deixa      O que não vê                                       carinho
Os que me buscam          O que destrói                              soneto
Os que ouvem        O que silencia                                       desalinho
O que me olha            O que desmonta                                volto
O que investe          O que monta                                          não
O que sente      O não que não quer                                     isso
O que rouba                                      O que quer                   não
O que transforma       O que me mente                                 descufiguração
O que pega emprestado       O que dilascera                          me
Aquele que não devolve          O que pede                            quero
O que dá                     O que não fala                                    há um
O que pede de volta.            mas sofre.
                                                                                               tempo atrás.

domingo, 11 de setembro de 2011

Um singular meu (since 2007) by Hellene

Não!
Por favor!
não o faça assim...
é o meu encontro..
o meu!
encontro!
o meu encontro, não!
socorro.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

coisa essa que depois de muito tempo
    a gente ainda olha e sorri,
    mesmo sem saber por quê.


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

E tudo que eu criar pra mim


                                                                                                Vai me abraçar denovo, semana que vem...
Saudades, pai.
Lembra quando a gente brincava de urso com aquele seu cobertor gigante?
Adorava.

- Giiizinha?!
- Quê?
- Vem cá.
- Que foi, pai?
- Gosto muito de você!
- :)



vai gi, vc aguenta mais um pouquinho!

sábado, 20 de agosto de 2011


Deus, a tua presença muda meus passos.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Te vi *.*

Hoje te vi dançar, leve... soprando. Me escondi não tinha o porquê saber que eu estava ali... te olhando, assim desse jeito era mais puro. Não existia amarras e nem sobre pontos das quais pudesse retrair, eras tu, só tu. A graça de tudo é porque eu sabia que você estaria bailando nesse momento, e foi bem ai que eu resolvi vir pra fora e te encontrei, e te revi, e me desmontei. Não procuravas nenhum olhar, não queria aprovação... você só precisava dançar, e eu só precisava daquele momento para te ver.
Folha de laranjeira que saudade eu estava desse teu balanço, de quando já é hora de cair, e mesmo nesse momento talvez triste pra você pois se desgarras de teu seio e sei que dai em diante secarás,  mesmo assim... você não para de dançar, você não para de encantar. E sabe te ver deitar no chão, junto a mais outras folhinhas que já me sorrirão também me faz pensar que não foi o seu fim não! Você vai mudar de cor, porque é uma nova temporada, agora a de folha seca... e essa temporada te esperam novas aventuras e novos caminhos e sabe do que mais? será um tempo de novas danças... mas agora encontrastes um parceiro, o vento... um musicista. Que PAR! Estou certa do que uma vez li... para cada um há seu par.


 Folhinha, continue levando leve louvando, a sua graça pertence à Deus!